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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Tipos de Glaciares

Calotes Polares-Consiste em enormes coberturas de gelo que podem cobrir uma cordilheira ou um vulcão. A sua massa é menor que a actual nos glaciares continentais.
Fig.1 Glaciar polar que cobre a Gronalândia


Glaciares de Montanha-Massas de gelo que não cobrem por completo a topografia da região, estando limitadas por paredes rochosas escarpadas. Estão localizadas em zonas de grande altitude. Geralmente nos glaciares de montanha pode reconhecer-se o alpino e a um circo.
Fig.2 Glaciar de montanha

Reflexão- Neste post estão descritos o tipo de glaciares que existem.

Fonte:

Glaciares

È uma grande e espessa massa de gelo formada em camadas sucessivas de neve compactada e recristalizada, de várias épocas, em regiões onde a acumulação de neve é superior ao degelo. É dotada de movimento e se desloca lentamente, em razão da gravidade, relevo abaixo, provocando erosão e sedimentação glacial.
Os glaciares podem apresentar extensão de vários quilómetros e espessura. A neve que restou de uma estação glacial dá-se o nome de nevado . O nevado é uma acumulação de neve que pode perdurar acima do limite de neves eternas e mesmo durante parte do verão. Os nevados podem estar na origem dos glaciares. 
O gelo dos glaciares são os maiores reservatórios de água doce sobre a Terra,e apenas perde água para os oceanos. Os glaciares cobrem uma vasta área das zonas polares mas ficam restritas às montanhas mais altas. Em outros locais do sistema solar, as grandes calotas polares de Marte rivalizam-se com as da Terra.


Fig.1 Glaciar Perito Moreno
Ficheiro:Laguna Glaciar Bolivia.png
Fig.2 Glaciar de Sorata

Reflexão - Neste post está descrito o que sou glaciares e as suas dimensões.
Fonte:

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Noticia: Abalo no Haiti poderá ser aviso de novos tremores de Terra


Estudo refere sismos devastadores de intensidade semelhante.O sismo que destruiu grande parte da capital do Haiti, há dois anos, poderá ser a manifestação de um novo ciclo de actividade sísmica com futuros tremores de terra devastadores, concluiu uma investigação publicada na quinta-feira nos EUA.Segundo os autores do estudo liderado por William Bakun, da U.S. Geological Survey, os arquivos históricos revelam uma actividade sísmica frequente nas Caraíbas nos últimos 500 anos, mais particularmente na ilha de Hispaniola, partilhada pelo Haiti e pela República Dominicana.

Sismólogos apoiaram-se em numerosos relatos de destruições provocadas por diferentes tremores de terra para avaliar a sua intensidade, a sua situação geográfica e amplitude e, assim, elaborar um modelo.

No estudo, publicado no Boletim da Sociedade Americana de Sismologia, os autores descrevem uma série de sismos devastadores ocorridos no século XVIII na falha de Enriquillo, que atravessa a ilha de Hispaniola de este a oeste.

Um abalo de magnitude 6,6 ocorreu em 1701 no Haiti, muito próximo do epicentro do violento sismo de 12 de Janeiro de 2010, de magnitude 7,0, que matou mais de 200 mil pessoas. De acordo com os cientistas, as descrições dos abalos e da sua intensidade são semelhantes.
A 3 de Junho de 1770 registou-se um tremor de terra de magnitude 7,5, a oeste da zona do sismo de 2010, que ocorreu após 240 anos de pausa sísmica. Para William Bakun, do Instituto de Geofísica norte-americano e um dos co-autores do estudo, a falha Enriquillo “parece novamente activa”.
Os especialistas aconselham, por isso, o Haiti e a República Dominicana a prepararem-se para sismos de uma intensidade semelhante aos que se verificaram.


Fonte:

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

374º Aniversário de Nicolas Steno



Nicolaus Steno  (Copenhaga11 de Janeiro de 1638 — Schwerin25 de Novembro de 1686). Foi um bispo católico dinamarquês e cientista pioneiro nos campos da anatomia e da geologia. Foi beatificado pelo papa João Paulo II em 1988.
Nicolaus Steno foi um dinamarquês pioneiro nos campos da anatomia e geologia. Graças à sua grande capacidade de observação, fez importantes descobertas mesmo quando estas se diferenciavam das doutrinas tradicionalmente aceitas. Inicialmente dedicou-se ao estudo da anatomia, focando o seu trabalho sobre o sistema muscular e na natureza da contração muscular. Outro trabalho de Steno, sobre os dentes de tubarão, levou-o a questionar-se sobre a forma como um objeto sólido poderia se encontrado dentro de outro objeto sólido, como rocha ou uma camada rochosa.



Steno e a Geologia
No entanto, em Outubro de 1666, dois pescadores capturaram um enorme tubarão, próximo da cidade de Livorno e o grão-duque Fernando mandou enviar a cabeça do animal a Steno. Este dissecou-a e publicou as suas descobertas em 1667. O exame dos dentes do tubarão mostrou que estes eram muito semelhantes a certos objectos chamados glossopetrae, ou pedras língua, encontrados em algumas rochas. Os autores antigos, como Plínio, o Velho, haviam sugerido que estas pedras haviam caído do céu ou da Lua. Outros eram da opinião, também ela antiga, de que os fósseis cresciam naturalmente nas rochas. Um contemporâneo de Steno, Athanasius Kircher, por exemplo, atribuía a existência de fósseis a uma virtude lapidificante dispersa por todo o corpo do geocosmo.
Por seu lado, Steno argumentou que os glossopetrae pareciam-se com dentes de tubarão, porque eram dentes de tubarão, provenientes das bocas de antigos tubarões, que haviam sido enterrados em lodo e areia que eram agora terra seca. Existiam diferenças de composição entre os glossopetrae e os dentes dos tubarões actuais, mas Steno argumentou que os fósseis podiam ter a sua composição química alterada sem que a sua forma se alterasse, através da teoria corpuscular da matéria.
O trabalho de Steno sobre os dentes de tubarão levou-o a questionar-se sobre a forma como um objecto sólido poderia se encontrado dentro de outro objecto sólido, como rocha ou uma camada rochosa. Os "corpos sólidos dentro de sólidos" que atraíram o interesse de Steno incluíam não apenas fósseis como hoje os definimos, mas também mineraiscristais, incrustações, veios, e mesmo camadas completas de rocha ou estratos. Os seus estudos geológicos foram publicados na obra Discurso prévio a uma dissertação sobre um corpo sólido contido naturalmente num sólido em 1669. Este trabalho seria aprofundado em 1772 por Jean-Baptiste Romé de l’Isle.
Steno não foi o primeiro a identificar os fósseis como sendo de organismos vivos. Os seus contemporâneos Robert Hooke e John Ray também defenderam este ponto de vista.
A Steno atribui-se definição da lei de sobreposição, e dos princípios de horizontalidade originalcontinuidade lateral: os três princípios básicos da estratigrafia.
Outro princípio, conhecido simplesmente por lei de Steno, diz que os ângulos entre faces correspondentes em cristais da mesma substância são os mesmos para todos os exemplares desta. 
Fig1. Nicolas Steno




Reflexão- Neste post está uma bibliografia sobre Nicolas Steno e contacto dele com a geologia.

Fonte:

Carta Topográfica

 È a representação, em escala, sobre um plano dos acidentes naturais e artificiais da superfície terrestre de forma mensurável, mostrando suas posições planimétricas e altimétricas. A posição altimétrica ou relevo é normalmente determinada por curvas de nível, com as cotas referidas ao nível do mar. As cartas topográficas não são mapas, embora guardem com esses muitas semelhanças. Ao contrário dos mapas, que representam certas porções bem definidas do espaço terrestre, como cidades, estados, mares, países, cujos limites são físicos ou políticos; os limites de uma carta topográfica são matemáticos, geralmente meridianos e paralelos.

Fig1. Carta Topográfica (Pitóes de Júnias)




Reflexão- Com este post podemos a ficar a saber mais sobre o uso das cartas topográficasAs cartas topográficas são a base de suporte de outras cartas e contêm dois tipos de informação: o traçado dos cursos de água e das estradas e caminhos, a localização dos bosques, edifícios.


Fonte:

Perfil Topográfico

Os perfis topográficos são representações gráficas de cortes na vertical de um terreno seguindo uma determinada direcção. Permite uma interpretação detalhada  de um relevo a partir de das curvas de nível e permite um maior rigor na irregularidade do terreno.
Estes perfis podem ter uma grande utilidade para obras de engenharia, agroestruturas e muitas outras funções.

Fig1. Perfil Topográfico






Reflexão: Com este post podemos ficar mais sobre os perfis topográficos e a sua utilidade.




Fonte:
http://www.slideshare.net/ProfessorHerculesAvancini/4-curva-de-nvel


Carta geológica

 Carta geológica é um mapa onde são encontradas informações geológicas. Devem ser mostradas informações sobre o que está por baixo da superfície terrestre.
 Cartas geológicas são úteis para a prospecção  e exploração de recursos energéticos, minerais e exploração de aguas subterrâneas; a selecção e caracterização de locais para a implantação de grandes obras de engenharia; estudos de caracterização e preservação do ambiente; estudos de previsão e de prevenção de fenómenos naturais, como, por exemplo, actividade sísmica e vulcânica e estudos científicos.


Fig1. Carta Geológica de Portugal

Reflexão- Este post dá-nos a conhecer o que significa uma carta geológica e para que serve.


Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carta_geol%C3%B3gica