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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Mina de Neves Corvo

Mina de Neves Corvo

Trabalhos realizados ao longos dos anos:

De 1981 a 1988
Poço de Santa Bárbara – poço de extracção – com diâmetro escavado de 5,50 m, 630 m de profundidade, integralmente betonado com parede de 20 cm de espessura.
Rampa Principal de Acesso desde o exterior ao fundo da mina, com um desenvolvimento de cerca de 3,5 km, secção tipo de 20 m2 e inclinação descendente de 18 %.
Câmara de Britagem no interior da mina, escavação de cerca de 18 000 m3 de rocha, acompanhados do suporte definitivo composto por pregagens, betão projectado armado com malhasol e betão armado. A EPOS executou também a instalação completa do equipamento de britagem.
Escavação de cerca de 3 200 m3 de rocha para a Câmara de Carga dos “Skips”, seu suporte, idêntico ao da Câmara de Britagem, e montagem de todo o equipamento.
Abertura das Salas de Bombagem, com aproximadamente 5 000 m3 de escavação e, à semelhança das anteriores, a execução do suporte e da montagem dos equipamentos.
Escavação de 4 Poços-Silo anexos à Câmara de Britagem, cada um com a altura de 30 m, diâmetro de 5 m e seu reforço com betão projectado e malhasol.
Recuperação e consolidação de uma chaminé de ventilação com 400 m de profundidade e 2,40 m de diâmetro.

De 1989 a 2003
Entre 1989 e 1991, galerias de rolagem com secções entre 12 e 25 m2, no total de mais de 6 km de desenvolvimento.
Entre 1992 e 1996, plano inclinado a 25 % com 974 m de extensão e 12 m2 de secção, escavação de uma câmara de britagem, salas de bombagem e várias galerias, envolvendo um total de 80 000 m3 de escavação.
Em 1997, recuperação da chaminé de ventilação CPV8, com a profundidade de 350 m e um diâmetro de 3,5 m.
Em 1998, construção de um poço silo escavado no interior da mina, a cerca de 600 m de profundidade. Este poço tem um diâmetro de 5 metros e uma altura de 45 metros.
Em 1999 e 2000, construção do Colector 830, construção do Silo nº 5, reabilitação e reforço de várias galerias e reabilitação da chaminé CPV12.
Em 2000 e 2001 foi construída a rampa do transportador de correia TP12 e executados trabalhos de desenvolvimento horizontal em vários níveis, num total de 1 240 m de galerias.

De 2004 a 2005
Adjudicada em Fevereiro de 2004 a abertura de novas frentes, que ascendem a cerca de 1 580 m de galeria e 925 m de rampa.

De 2006 a 2008
Construção de infra-estrutura mineira de acesso a novas zonas de exploração mineira, designadamente, Zambujal, Corvo Sudeste, Graça Sudoeste, Lombador. Escavação de 21 718 ml de galerias subterrâneas com 18 a 25 m2 de secção transversal e colocação de 45 866 m3 de betão projectado. 

De 2009 a 2011
Continuação dos trabalhos de desenvolvimento da infra-estrutura mineira.

Ficheiro:Poco sta Barbara.jpg
Fig.1 Poço de Santa Bárbara





Fonte:

Recursos Minerais

Recursos Minerais- Os recursos minerais são todos os bens mineralógicos existentes na crusta terrestre, passíveis de serem utilizados pelo Homem.
Os recursos minerais podem ser agrupados, segundo as suas propriedades químicas, em recursos minerais metálicos e em recursos minerais não metálicos.

Existem dois tipos de Recursos Minerais:


Recursos Minerais Metálicos: Os mais comuns como o zinco, o cobre, o alumínio, o ferro e o chumbo, e outros mais escassos como o ouro, a prata e a platina. A exploração deste tipo de recursos estão associados impactos ambientais negativos como a desflorestação, a acumulação de desperdícios e a poluição.

Fig1. Minerais Metálicos
 
Recursos Minerais não Metálicos- são muito abundantes na Natureza. A sua utilização é tão ampla que são considerados bens de primeira necessidade. As areias, as argilas e as rochas (ex. granito, basalto,mármore e calcário) são exemplos de minerais não metálicos.

Fig 2. Minerais Não Metálicos



Existem muitos locais em Portugal onde são explorados vários tipos de recursos minerais metálicos e minerais não metálicos. Temos na seguinte imagem os lugares onde são explorados os recursos:


Fig 3. Recursos explorados em Portugal



Reflexão: Há uma grande importância na exploração destes recursos em Portugal, porque alguns são utilizados em casas. Podemos então concluir que estes recursos são bens de primeira necessidade.


Fonte:

terça-feira, 1 de maio de 2012

Notícia:Acidez dos oceanos aumenta a um ritmo sem precedentes desde há 300 milhões de anos


As emissões de dióxido de carbono estão a elevar a acidez dos mares e oceanos a um ritmo sem precedentes desde há 300 milhões de anos, que, a manter-se, impedirá a vida marinha em poucas décadas, revela um estudo.
A investigação, que a revista científica Science publica na sexta-feira, refere que a química marinha sofreu “profundas alterações” nos últimos 300 milhões de anos, embora nenhuma “tão rápida, grande e global” como a de hoje.
A acidez marinha produz-se à medida que o dióxido de carbono emitido pela atividade humana – originada fundamentalmente pela queima de combustíveis fósseis – é absorvido pelos mares e oceanos.

Fig.1






Fonte:

Aquífero


 Aquífero formação geológica subterrânea que permite a circulação e o armazenamento de água nos seus espaços vazios, permitindo normalmente o aproveitamento desse líquido pelo ser humano de forma economicamente rentável e sem impactes ambientais negativos. São as águas que precipitam sobre a superfície da Terra que se infiltram no solo por acção da gravidade e originam as água subterrâneas. Estas águas podem ser armazenadas em dois tipos de aquíferos: aquíferos livres e aquíferos confinados ou cativos.


Fig1. Representação de um Aquífero

  -Aquífero livre ou freático – é um extracto permeável, parcialmente saturado de água, cuja base é uma camada impermeável ou semipermeável. O topo é limitado pela própria superfície livre da água também chamado de superfície freática, sobre pressão atmosférica. Ele tende a ter um perfil mais ou menos semelhante ao perfil da superfície do terreno. O lençol freático está geralmente perto da superfície, em vales de rios e a maiores profundidades em altos topográficos

 -Aquífero confinado ou artesiano – é um aquífero completamente saturado de águas, cujo limite superior (tecto) e inferior (piso) são extratos impermeáveis. A água desse aquífero chama –se artesiana ou confinada e sua pressão é, geralmente, mais alta que a pressão atmosférica. Por isso quando se perfura o aqüífero, a água sobe para um nível bem superior, podendo até jorrar. 



Fig2. Representação de vários tipos de Aquíferos
Reflexão: Os aquíferos são uma espécie de  reservatórios móveis aos poucos abastecem rios e poços . Podem ser utilizadas pelo homem como fonte de água para consumo. Tal como ocorre com as águas superficiais, demandam cuidados para evitar a sua contaminação.



Fontes:

domingo, 29 de abril de 2012

Estação de Tratamento de Águas Residuais

Uma Estação de Tratamento de Águas Residuais - ETAR - corresponde a uma infraestrutura de extrema importância e uma solução para a despoluição de múltiplos cursos de água para onde, diariamente, são canalizados através das redes de esgotos, grande carga de efluentes poluentes de forma quase ininterrupta. Estas estações, normalmente localizadas no troço final de um curso de água.

As ETAR´S têm várias fases de tratamento das águas:


1º Fase de tratamento
-A primeira fase corresponde ao pré-tratamento. Nesta fase as águas brutas (esgotos ou águas residuais), produzidas pela população,são admitidas na ETAR por intermédio dos coletores principais, passando por uma câmara de chegada onde,através de uma grade automática, são filtrados os resíduos sólidos de maior dimensão.


2º Fase de tratamento
-A água residual passa por tamisadores, sendo retirados sólidos de dimensão mais pequena. Já desprovida de sólidosa água residual passa por unidades de tratamento: desarenador, desengordurador, de forma a remover asareias e as gorduras. A segunda etapa corresponde ao tratamento primário.

3º Fase de tratamento
-Tratamento secundário ou biológico efectua-se nos tanques de arejamento. A adição de oxigénio e micro-organismos ajudam a decompor as impurezas queainda permanecem na água residual e vão transformá-las em lamas, que se acumulam no fundo destegigantesco recipiente, permitindo uma terceira filtragem.

4º Fase de tratamento
-água residual é submetida a uma desinfecção efetuada por meio de radiação ultravioleta, demodo a eliminar por completo os micro-organismos que possam ainda existir, tornando-a mais pura.Posteriormente, efectua-se a sua descarga para o exterior.

Fig1. ETAR de Barcelos


Reflexão: Podemos então afirmar que as estações de tratamento de águas residuais são muito importantes.


Fonte:

Bacia Hidrográfica

Bacia Hidrográfica - È uma área limitada por um divisor de águas que a separa das bacias adjacentes e que pode ser determinado nas cartas topográficas. As águas superficiais, originárias de qualquer ponto da área delimitada pelo divisor, saem da bacia passando pela seção definida e a água que precipita fora da área da bacia não contribui para o escoamento na seção considerada. Assim, o conceito de bacia hidrográfica pode ser entendido através de dois aspetos: rede hidrográfica e relevo


Fig1. Bacia Hidrográfica

Reflexão: Se nos limitarmos à água que cai nos solos, convém ter como referência uma unidade territorial concreta, durante um determinado período detempo. As unidades territoriais que se utilizam são as bacias hidrográficas.

Fonte:

Rede Hidrográfica


Rede hidrográfica- São sistemas naturais ou artificiais capazes de drenar água superficial, em geral proveniente das chuvas; são compostos de canais conectados entre si, e a este conjunto de canais ligados entre si dá-se o nome de rede de hidrográfica.

Existem dois tipos importantes de redes hidrográficas que são:
-Redes artificiais - construídas nas cidades pelo ser humano. Exemplo: calhas ;
-Redes naturais - compostas pelos rios e lagos.
Fig1. Rede Hidrográifica
Reflexão: Podemos então concluir que as redes hidrográficas são usadas para que a água seja levada para o seu sitio devido. Sendo que para tal as águas são "canalizadas" para que seguiam o seu percurso correcto.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_de_drenagem