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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Principios Litostratigráficos

Principio da Sobreposição-O princípio da sobreposição, um princípio geológico muito simples, que por si mesmo parece evidente, é o que estabelece que numa série de estratos sedimentares cuja disposição é aproximadamente horizontal, e que não sofreu alterações de posição, cada camada é mais moderna que a camada que recobre, mas mais antiga que a camada que a cobre.
Fig1.Principio da Sobreposição


Principio da Horizontalidade- Princípio de cronologia relativa que estabelece que os sedimentos são sempre depositados em camadas horizontais. Qualquer fenómeno geológico que altere a horizontalidade é sempre posterior à sedimentação
Fig2.Principio da Horizontalidade

Principio da Intersecção- Qualquer corpo geológico ou estrutura que intersecte outro, é mais recente que o intersectado ou qualquer estrato  que apresente outro incluso, é mais recente que os fragmentos do incluído.
Fig3.principio da Intersecção
 Principio da Inclusão-Este princípio está interessado na obtenção de uma fórmula para contar o número de elementos que pertencem a união de vários conjuntos não necessariamente excludentes ou disjuntos.
Fig4.Principio da Inclusão

Principio da Continuidade Lateral- As camadas de sedimentos são contínuas e estendem-se até a margem de bacia de acumulação, ou se afinam lateralmente.
Fig5. Principio da Continuidade Lateral












Fontes: 




Fosseis

 Fóssil- são os restos materiais de antigos organismos ou as manifestações da sua actividade, que ficaram mais ou menos bem conservados nas rochas ou em outros fósseis.
Fig 1. Fóssil


Tipos de Fósseis

Fósseis de Fácies- Também designados de fosseis de paleoambiente, são muito importantes por permitirem reconstruir os ambientes em que, no passado, as rochas onde se encontram foram geradas. Informam sobre as condições ambientais e as variações climáticas do meio através dos tempos geológicos.Têm uma grande distribuição geográfica e uma pequena extensão estratigráfica.
Fig 2. Fóssil de Fácies

Fósseis de Idade-São fósseis da mesma idade que caracterizam os estratos. Podem encontrar-se em regiões diferentes devido a discordâncias de sedimentação ou erosão.Têm uma grande extensão geográfica e têm uma pequena distribuição estratigráfica.
Fig 3.Fóssil de Idade

Fóssil Vivo-  Designação de seres vivos que, tendo constituído grupos pujantes, entraram em decadência, o que pode ter conduzido à sua extinção ou a ficarem confinados a áreas de distribuição muito pequenas. Os seres sobreviventes denominam-se também fósseis vivos ou fósseis relíquia.
Fig  4.Fóssil Vivo






















Fontes:

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Ciclo de Wilson

O Ciclo de Wilson esta relacionado com  a formação, o desenvolvimento e o fechamento de um oceano relacionado com a tectónicas e placas.

Fases do Ciclo de Wilson: 
O ciclo tem início com a formação de um oceano a partir de um rifte em crosta continental sobre um ponto quente mantélico (hot spot). Segue-se a expansão desse oceano com a deriva das massas continentais antes e ligadas e agora separadas pelo rifte amento. Ocorre a mudança  do processo de afastamento para a aproximação de massas continentais e ao mesmo tempo ocorre subducção da crosta oceânica,  desenvolvimento de arcos de ilha ou em cadeias montanhosas (orogénese). A finalização do ciclo ocorre o fechamento do oceano, sucedido de colisão continental.

Fig.1 Ciclo de Wilson






  





Fonte:
http://ig.unb.br/glossario/verbete/ciclo_de_wilson.htm

Tipos de Metamorfismo

Metamorfismo Regional- O metamorfismo regional é provocado pela acção de altas pressões e altas temperaturas, e afecta extensas regiões da crosta terrestre, geralmente em áreas de actividade tectónica onde se formam montanhas. As rochas cuja génese é o metamorfismo regional são quase sempre foliadas, indicando a influência de diferentes pressões durante a recristalização. Durante o metamorfismo regional, a temperatura varia entre grandes intervalos. A temperatura num determinado lugar depende da profundidade a que se encontram as rochas e do grau geotérmico da região. Localmente, a temperatura também pode aumentar em consequência da fricção provocada pelo cisalhamento ou devido ao calor de corpos magmáticos próximos. 

Metamorfismo por Contacto- Também conhecido por metamorfismo térmico resulta da intrusão de magma a alta temperatura em rochas preexistentes. Este tipo de metamorfismo pode incidir sobre rochas sedimentares, metamórficas e magmáticas. O calor libertado pelo magma intrusivo provoca nas rochas adjacentes a alteração dos minerais existentes e a formação de minerais novos. A pressão confinante pode influenciar a recristalização mas, neste tipo de metamorfismo, a pressão não é um factor muito significativo, pois este tipo de metamorfismo não ocorre a grandes profundidades, em geral não ultrapassando os 10 quilómetros. A zona de contacto de metamorfismo, também denominada auréola de metamorfismo, é relativamente estreita, geralmente com 1 a 50 metros de largura.
Fig1. Representação do metamorfismo por contacto e regional

Metamorfismo Dinâmico- desenvolve-se em faixas longas estreitas nas adjacências de falhas ou zonas de cisalhamento.

Metamorfismo por Soterramento- está geralmente associado com bacias sedimentares forma das na margem de distensão das placas. 

Metamorfismo Hidrotermal- resulta da per colação de águas quentes ao longo de fratcuras e espaços inte-rgranulares das rochas. 

Metamorfismo de Impacto- desenvolve-se em locais submetidos ao impacto de grandes meteoritos 
Fig2. Metamorfismo de Impacto

Metamorfismo de Fundo Oceânico- metamorfismo que ocorre junto às ridges meso-oceânicas, sendo factores essenciais a temperatura e o fluido.









Fontes :